Apesar dos pesares. Apesar do pessimismo, da descrença. Do desmatamento, da falta de ética. Apesar da falta de amor. Apesar de tudo. O sonho não acabou...
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Right to be Wrong
"I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
I'm flesh and blood to the bone
I'm not made of stone
Got a right to be wrong
So just leave me alone
I've got a right to be wrong
I've been held down too long
I've got to break free
So I can finally breathe
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
Got a right to be wrong
So just leave me alone
You're entitled to your opinion
But it's really my decision
I can't turn back I'm on a mission
If you care don't you dare blur my vision
Let me be all that I can be
Don't smother me with negativity
Whatever's out there waiting for me
I'm going to faced it willingly
I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
Flesh and blood to the bone
See, I'm not made of stone
I've got a right to be wrong
So just leave me alone."
Joss Stone - Right to be Wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
I'm flesh and blood to the bone
I'm not made of stone
Got a right to be wrong
So just leave me alone
I've got a right to be wrong
I've been held down too long
I've got to break free
So I can finally breathe
I've got a right to be wrong
Got to sing my own song
I might be singing out of key
But it sure feels good to me
Got a right to be wrong
So just leave me alone
You're entitled to your opinion
But it's really my decision
I can't turn back I'm on a mission
If you care don't you dare blur my vision
Let me be all that I can be
Don't smother me with negativity
Whatever's out there waiting for me
I'm going to faced it willingly
I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
Flesh and blood to the bone
See, I'm not made of stone
I've got a right to be wrong
So just leave me alone."
quarta-feira, 14 de maio de 2014
O Diário de Anne Frank
Eu tinha 12 anos quando li O Diário de Anne Frank, eu morava em Portugal. Recordo que eu estava um pouco perdida, num país distante, uma cultura totalmente diferente, só com a minha mãe e sem o restante da minha família. Na escola, os alunos me cercavam na hora do intervalo e faziam várias perguntas, algumas interessantes, curiosidades acerca do Brasil e dos brasileiros, outras nem tanto. Sempre fui tímida e aquilo me incomodava, eu nunca gostei e nem me sinto a vontade sendo o centro das atenções. Mas felizmente eles se habituaram com a brasileira e eu pude ter uma vida escolar normal.
Na casa que eu morei tinham muitos livros, eu olhei todos, mas um me chamou a atenção, O Diário de Anne Frank. Comecei a ler e não parei até finalizar. Eu me recordo de algumas histórias do livro, mas o que mais me marcou até hoje foi a tristeza que eu senti com a leitura. O fato da história ser verdadeira contribuiu ainda mais para a tragédia da história. Eu lia avidamente com a esperança de um final feliz, somos assim, não estamos habituados à histórias tristes. Chorei durante todo o livro, mas o final foi a pior parte, porque antes eu tinha esperança de que ela iria sobreviver ao campo de concentração, mas ela morreu.
Até hoje evito ler ou assistir filmes tristes. Eu me identifico muito com os personagens, as histórias. Quando eu era criança não podia ver ninguém chorando que eu chorava também, hoje em dia eu não choro mais, mas fico com o coração partido. Tudo tem um preço, e é este o preço que se paga por ser sensível.
Na casa que eu morei tinham muitos livros, eu olhei todos, mas um me chamou a atenção, O Diário de Anne Frank. Comecei a ler e não parei até finalizar. Eu me recordo de algumas histórias do livro, mas o que mais me marcou até hoje foi a tristeza que eu senti com a leitura. O fato da história ser verdadeira contribuiu ainda mais para a tragédia da história. Eu lia avidamente com a esperança de um final feliz, somos assim, não estamos habituados à histórias tristes. Chorei durante todo o livro, mas o final foi a pior parte, porque antes eu tinha esperança de que ela iria sobreviver ao campo de concentração, mas ela morreu.
Até hoje evito ler ou assistir filmes tristes. Eu me identifico muito com os personagens, as histórias. Quando eu era criança não podia ver ninguém chorando que eu chorava também, hoje em dia eu não choro mais, mas fico com o coração partido. Tudo tem um preço, e é este o preço que se paga por ser sensível.
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